terça-feira, 3 de maio de 2011

André pode pintar no Corinthians


André, atacante ex-Santos, pode pintar no Corinthians no meio do ano. O jogador, que pertence ao Dínamo de Kiev, mas está atualmente no Bordeaux,  tem sido pouco aproveitado pelo treinador do time francês; lá, ele foi titular apenas uma vez e não marcou nenhum gol. O Corinthians já começou as negociações, porém, ele só pode jogar a partir de agosto, quando a janela de transferência se abre.

Acho o André uma promessa. Ganhou uma experiência em um futebol dificil e de pegada, que é a Ucrânia, agora pode apresentar um bom futebol no Brasil. É oportunista e rápido. Para suprir a ausência do Adriano (por apenas dois meses) é uma ótima contratação. Resta saber: André e Liedson dá certo? Tenho minhas dúvidas.

                                                                              A fonte da informação é o Lance!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Análise de um expectador

Este texto não estaria presente neste blog, se não fosse a polêmica gerada em volta do assunto.

Farei uma pequena análise da partida entre Palmeiras e Corinthians. Relatarei o que eu vi e interpretei.
A começar pelo pré-clássico: 
-Dados: Paulo Cesar de Oliveira apitou 7 partidas entre Palmeiras e Corinthians. Foram 5 vitórias do Palmeiras e 2 empates.
Foi criado em cima de PC (como ei de chamar Paulo) uma pressão exercida sobre os dirigentes palmeirenses (nunca envolvendo Felipão ou qualquer jogador, assim como a escolha do estádio), de que ele apitava o jogo contra o time alviverde. A partir deste ponto, eu, como chefe da FPF, retiraria o árbitro do sorteio, para não gerar mais polêmica (mesmo o achando um bom árbitro). Isso não foi feito, e foi bem justificado por PC.

Vamos ao jogo: Foram duas as polêmicas. A primeira em volta da expulsão do zagueiro Danilo e a não expulsão de Liedson (que foi reclamada por alguns palmeirenses). Expulsão completamente justa, pelo carrinho perigoso que deu o zagueiro; Liedson não deveria ter sido expulso, pois não deixou sola alguma. Se ele firma o pé no chão sairia com a perna quebrada. A segunda polêmica foi a expulsão do Felipão, que não temos o que falar, pois com o mesmo gesto do Felipão, o Finazzi, em épocas de Corinthians, pegou três jogos de suspensão, além de ser expulso. Alguns lances durante o jogo ele errou: não deu algumas faltas, deu algumas que não existiram, mas para os dois lados e isto qualquer juiz erra.

O fato é que o Palmeiras entrou para arrumar confusão, fazer pressão no juiz, aquela que já vinha fazendo antes da partida. Depois da expulsão de Danilo a missão do Palmeiras passou a ser tirar um jogador do Corinthians. E, no segundo tempo, com a covardia Corinthiana ao não encurralar o Palmeiras em seu campo de defesa, o alviverde foi melhor, porque percebeu que não sofria perigo e passou a apresentar perigo; tanto é que fez o gol. 

Acho que o Corinthians não deveria nem ter deixado o jogo ir para os penaltis. Tinha como obrigação liquidar o jogo nos 45 minutos finais. E do lado do Palmeiras só temos a lamentar os fatos ocorridos no primeiro tempo e aplaudir pelo segundo tempo que fez. À torcida alviverde só peço realidade e não fantasia, clareza e não tanta emoção, como tem passado.

Ao Felipão só digo uma coisa: Que papelão hein!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Casos do Brasil

Você sabe o que é o VANT? É Viação Aérea de Não Tripulantes.

O Brasil, recentemente, importou um VANT de Israel. Este avião, que é pilotado por um controle remoto, pode sobrevoar a cerca de 5 mil metros de altitude. Nele, possui uma câmera que pode fotografar, em alta resolução, a placa de um carro, desta altura. A utilidade da aeronave é de vigiar as fronteiras do Brasil com Paraguai, Uruguai e Argentina, afim de combater o contrabando, que tem entrado no país até via motoboy.

Você sabia que o VANT que o Brasil comprou de Israel está parado em solo, próximo à cidade de Foz do Iguaçu, há dias? E você sabe por que ele está parado em solo?
POR FALTA DE GASOLINA.

Isso é Brasil.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A viagem dos sentidos

Recebi de uma amiga uma dessas cartas modernas, que chegam pelo computador, contando que ela faria uma viagem “maraviwonderful” com o namorado para um lugar desses cheios de natureza, de pernilongos, de céu azul. Em resumo, ela estava mais feliz que porco na lama.
Demorei a entender a razão de tanta alegria por parte da Juju, afinal, ela é cega, não consegue ver nem alma penada em cemitério. Que graça teria, então, viajar sendo incapaz de enxergar as belezuras de um lugar, o rebolado das pessoas, as cores locais?
Pra completar, a companhia da moçoila, o amado, também é prejudicado das vistas, ou seja, não poderia traduzir o “visu” do local visitado com palavras. Seriam dois perdidos no escuro? Afinal, é senso comum (e errado) achar que os cegos só vêem o breu.
Foi então que eu mesmo decidi viajar...na maionese dos meus pensamentos e percebi que o passeio da Juju poderia ser muito mais proveitoso que qualquer outra visita com uma expectativa absolutamente imagética.
Viajar é bem mais que apenas ver, de fato. É se deliciar com o gosto de novos sabores – exóticos, doces, azedos -, é descobrir que os passarinhos podem fazer toadas diferentes, que a areia da praia pode ser mais grossa ou bem fininha, que as flores podem ter odores novíssimos.
E a Juju disse que é capaz, inclusive, de curtir a diferença da intensidade com que o vento bate na cara, o barulho dos carros no trânsito, a graça de um sotaque, a maneira como as pessoas interagem, a organização nas ruas, a profundeza do mar. Com tudo junto, ela forma para as recordações muito mais do que imagens de fotografias.
O povo com deficiência, seja ela sensorial ou física, quer, pode e tem o direito ao turismo. A forma como eu vejo o mundo e me divirto nele não é a única possível, relaxante e prazerosa. Quem passeia não leva apenas as pernas e os olhos, leva a boca, o nariz, os ouvidos, a pele, os sentimentos.
Na carta da minha amiga, ela relatou também a surpresa do dono da pousada em que ficará hospedada ao saber que o casal de hóspedes tinha deficiência visual. Ele respondeu assim à demanda:
Fizemos uma reforma recentemente para transformar a pousada em um ambiente ecologicamente correto, porém nunca pensamos em também criar recursos para atender, por exemplo, os cegos. Queria pedir desculpas pelo fato de não estarmos adaptados para recebê-los. Mas você, com sua maneira de ‘ver’ as coisas, já está me mostrando de que precisa: convívio com pessoas simples, educadas e que tenham amor nos seus corações. Isso nós temos de sobra.
Boa vontade é bacana para resolver pequenas questões de acesso. Uma cadeira de plástico para os atrapalhados nas dificuldades motoras tomarem um banho, um quarto com um pouco mais de espaço para o cadeirante não se esfolar nos móveis; informações em braile para quem não vê, noções de Libras para uma comunicação básica para quem não ouve.
Mas, o conceito de acesso universal envolve dar a todos condições de igualdade para que consigam curtir suas vidas e suas viagens de maneira que melhor lhes convier e de forma independente. A história da Juju é só um exemplo para que mais gente abra bem os olhos para isso.

                                                                     Jairo Marques
                                                                     Colunista da Folha de S.Paulo

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Os limites do sonho e da vida

A relatividade do ‘viver’ e do ‘sonhar’ é uma enorme barreira para uma escolha entre os dois. Algumas vezes sonhamos aquilo que queríamos viver, outras vivemos coisas melhores do que qualquer sonho. O sonho pode ser um objetivo de desejo da gente, a vida é o que temos que fazer, sem escolha.
O problema do ‘viver’ é que não volta, não há remédio para o arrependimento. A vantagem do sonho é que ele não passa de uma reflexão, um pensamento passageiro que, muitas vezes, não lembramos mais em vida. A desvantagem do sonho é justamente a vantagem em outras ocasiões. Quem não gostaria que aquele sonho maravilhoso se tornasse real? O problema é que a utopia do sonho se torna barreira quando a consciência nos retorna e o sentimento de frustração nos invade. É gostoso quando o sonho nos faz recordar de algo bom da nossa vida ‘offline’, e esta é a hora em que os dois se encontram, se entrelaçam.
O fato é que sem vida não há sonho e sem sonho não há esperança; o subconsciente que alimenta a esperança de seguir em frente em busca do real. Então, não há melhor, nem mais bonito. O que há é um equilíbrio nos momentos do ‘sonhar’ e do ‘viver’. O ‘sonhar’ não tem limites, não tem fim. Quanto ao ‘viver’, o limite a Deus pertence.

Ps: E viver um sonho online é sentir o desespero de quem quer viver a realidade que este  sonho nos mostra como possibilidade. Reflita.

domingo, 26 de setembro de 2010

O exercício da crônica


Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, de preferência colhido no noticiário matutino, ou da véspera, em que, com as suas artimanhas peculiares, possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida emocionalmente despertados pela concentração. Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado.

Vinicius de Moraes

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Corinthians Do Meu Coração



És grande no esporte bretão,
o passado ilumina tua história,
Ciente da tua missão,
vitória, vitória, vitória.
Corinthians do meu coração,
Tu és religião de janeiro a janeiro,
ser corinthiano é ir além, de ser ou não ser o primeiro,
ser corinthiano é ser também, um pouco mais brasileiro.

Tens a tradição,
de um clube tantas vezes campeão,
pelos teus rivais temidos,
pela tua fiel, querido.
ser corinthiano é ir além, de ser ou não ser o primeiro,
ser corinthiano é ser também, um pouco mais brasileiro.

És grande no esporte bretão,
o passado ilumina tua história,
Ciente da tua missão,
vitória, vitória, vitória.
Corinthians do meu coração,
Tu és religião de janeiro a janeiro,
ser corinthiano é ir além, de ser ou não ser o primeiro,
ser corinthiano é ser também, um pouco mais brasileiro.
Ser corinthiano é ir além, de ser ou não ser o primeiro,
ser corinthiano é ser também, um pouco mais brasileiro.
Ser corinthiano é ir além, de ser ou não ser o primeiro,
ser corinthiano é ser também, um pouco mais brasileiro.
(Toquinho)

PARABÉNS CORINTHIANS, PELA SUA LINDA HISTÓRIA AO LONGO DE SEUS CEM ANOS!
TU ÉS O QUE HÁ DE MAIOR PERANTE SUA TORCIDA QUE NÃO O ABANDONARÁ JAMAIS!